Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca, foi questionada sobre a "ameaça iminente" que, segundo o governo dos EUA, exigiu um ataque ao Irã.
Um repórter também citou observações do primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, feitas mais cedo, de que não existia “um plano viável e bem pensado”.
“Rejeito completamente a premissa da sua pergunta”, respondeu Leavitt. “O presidente Trump não toma decisões no vácuo.”
Ela acrescentou que “a convicção do presidente, baseada em fatos”, era de que o Irã representava uma ameaça aos Estados Unidos. “Isso obviamente se provou a decisão certa e eficaz”, disse Leavitt.
Já o correspondente da BBC em Washington, Daniel Bush, perguntou sobre declarações de autoridades iranianas de que um ataque conjunto dos EUA e de Israel atingiu uma escola no sul do Irã — um ataque que Teerã afirma ter matado mais de 160 pessoas, em sua maioria crianças.
A BBC News não conseguiu verificar de forma independente o número de mortos fornecido pelas autoridades iranianas.
Leavitt respondeu que o Departamento de Defesa está “investigando o caso”, mas reiterou declarações anteriores de autoridades americanas de que “as forças armadas dos Estados Unidos não têm como alvo civis”.
O episódio do ataque à escola tem sido destacado por líderes de direitos humanos e pela ONU, que pediram investigações detalhadas sobre o ocorrido, classificando ataques a instituições educacionais como possíveis violações do direito internacional humanitário.